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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Cachepô: Flor de Amarilis



Material




  • arame
  • alicates
  • cachepô de madeira
  • vime natural
  • argila
  • musgo
  • flor de amarilis
  • jornal velho
  • bola de alium
  • raizes


  • COMO FAZER:

    1-Encha o cachepô com jornal até um pouco mais da metade


    2- Coloque a argila dando um formato cilindrico para fixar bem os galhos.



    3- Centralize bem no cachepô. 


    4- Coloque bastante jornal em volta para ficar bem firme e retire o plastico somente na parte de cima da argila. 


    5- Cubra todo o jornal com o musgo. 


    6 - Corte o vime natural na altura desejada e fixe-o na argila. 



    7- Faça com o vime uma amarração em forma de arco para dar um toque exótico ao seu arranjo.


    8- Modele os amarilis para ficarem bem vistosos. 

    9- Fixe na argila. 


    10- Corte também em alturas variadas para dar equilibrio. 


    11 - Desmembre algumas folhas. 



    12- Acerte o caule com o alicate para fazer a composição do arranjo. 


    13 - Modele a bola de alium e corte na altura desejada. 


    14 - Modele a bola de alium e corte na altura desejada. 


    15 - Faça uma amarração com o restante do vime e fixe na argila para dar o toque final ao arranjo. 




    16 - PRONTO




    FONTE:
    Execução: Julia Simôes

    Ikebana, arranjo floral japonês

    Inspiração poética e agrado aos olhos, as flores são muito usadas na decoração de ambientes, mas podem representar mais do que cores e adornos. Na cultura oriental, elas têm um sentido mais amplo, pois expressam sentimentos e recuperam a paz interior.
    O ikebana, em português "flores vivas", é uma arte que desenvolve o arranjo de flores, ramos e galhos naturais como exercício espiritual. A arte confere beleza e harmonia espiritual aos espaços e desde o seu surgimento tem crescido e ganhado importância no mundo.



    Com a disseminação do ikebana, outras escolas surgiram junto com estilos e formatos diferentes. Apesar da diversidade, os elementos básicos da confecção do arranjo floral são os mesmos: galhos, flores, folhas, um vaso e um kenzan, suporte de chumbo com pequenos pregos que fica dentro do vaso para sustentar a planta.
    O ikebana preza pela elevação do sentimento humano e pelo respeito à harmonia da combinação de cores, formas e movimentos. A essência do ikebana está na interação entre homem e natureza e na vitalidade do arranjo, contribuindo também para o equilíbrio nas relações entre os homens e do


    No Japão, existem mais de três mil escolas de ikebana. Desde que chegou ao Brasil, em 1931, o ikebana se expandiu e hoje há quatorze escolas da arte floral. Aqui se encontram filiais das principais escolas:
    Ikenobo - O nome vem da família Ikenobo, que criou no século XIV a mais antiga tradição do ikebana. A escola que surgiu na cidade japonesa de Quioto atravessou gerações e espalhou-se pelo mundo. Ikenobo vê no botão da flor a energia da vida que aponta na direção do futuro.
    Ohara - Dissidente da Ikenobo, a escola de ikebana Ohara foi fundada em 1897 com uma proposta menos rígida. Com a abertura dos portos do Japão ao exterior, flores ocidentais entraram em território japonês e foram introduzidas às técnicas do estilo Ohara.
    Sogetsu - É a escola mais nova. Nasceu em 1907 e parte do princípio de que qualquer flor, ambiente e objeto podem ser utilizados. Ao ver o arranjo floral como uma escultura contemporânea, o estilo mescla ikebana e artes plásticas.
    Sanguetsu - A escola é uma das heranças do japonês Mokiti Okada. Antes de morrer, difundiu o estilo de ikebana Sanguetsu baseado na filosofia de construção de um mundo espiritual evoluído, o paraíso terrestre. No Brasil, a Fundação Mokiti Okada segue as diretrizes do patrono e promove cursos e atividades pelo país


    Moribana - A tradução literal desse tipo de ikebana é "flores empilhadas". Logo, empilham-se flores e galhos que expressam a natureza de maneira realista. Criada pela escola Ohara, o formato Moribana estreou o uso do kenzan, suporte da flor dentro do vaso.
    Shoka - Assim como o Moribana, os galhos no formato Shoka têm funções preestabelecidas que formam um triângulo. O Shoka faz parte da escola Ikenobo e explora o vigor e a versatilidade das plantas, quase sempre em forma de meia-lua.
    Nagueire - Também da escola Ikenobo, a base do Nagueire é o arranjo de galhos e flores em vasos fundos, jarras ou potes alongados. O diferencial do formato Nagueire é harmonizar plantas e vaso.
    Rikka - O formato Rikka remonta à origem religiosa do ikebana, arranjo simétrico ofertado aos deuses. No Rikka, os galhos saem do vaso recriando o conjunto da paisagem.

    FAÇA UM IKEBANA


    Arranjo floral passo a passo



    Você já imaginou montar o seu próprio arranjo floral? Colocar as flores que mais gosta e deixá-lo com sua personalidade?
    Isso é possível e daremos o passo a passo para você decorar sua casa, além de poder presentear um amigo ou familiar.
    Os materiais podem ser encontrados em casas especializadas em arranjos para flores. Veja a lista de material necessário e monte o seu!
    Material necessário
    • Uma tesoura grande;
    • Um alicate para dobrar o arame;
    • Um tijolo floral (deve ser deixado de molho, de véspera, em um balde cheio de água);
    • Suporte de plástico para o tijolo floral;
    • Arame de grampo nº 19;
    • Flores que vão compor o arranjo.
    Neste caso, temos as flores Cravínea Pink, Delfinos Azuis e Cavalinha.



    Prepare a base do arranjo, encaixando o tijolo floral, previamente molhado, no suporte de plástico específico para o mesmo.
    Agora, corte tronquinhos da Cavalinha, sempre do mesmo tamanho. Eles devem ter uma altura acima do tijolo, para dar forma de vaso, onde serão fixadas as flores.





    Para fixar cavalinhas na esponja, você deverá cortar pedaços de 3 centímetros de arame de grampo nº 19 e dobrá-los como um U.
    Recubra as cavalinhas uma a uma na esponja floral com o referido arame.


     
    Depois observe a colocação do arame de grampo para que fique uniforme (mesma linha horizontal).
    Finalize o recobrimento do floral com uma fita bonita de cetim (verde) dando um delicado laço em um dos vértices da base.




    Inicie o arranjo cortando uma flor, neste caso a Cravínea Pink.
    Com uma tesoura bem afiada corte as hastes de cada flor, em corte diagonal, para facilitar a penetração na esponja floral.



    As flores são colocadas paralelas, umas as outras dando estética ao arranjo.
    As flores dos Delfinos são colocadas em pequenas hastes entre as Cravíneas, dando luminosidade e leveza ao conjunto.

     
    Observe que com a mesma base, você poderá criar arranjos variados somente substituindo outras espécies florais.
    Fazer um arranjo de flores é uma tarefa que, além de fazer muito bem para o espírito, pode ser transformada em uma fonte de renda.
    Use criatividade, misture cores e espécies e obtenha arranjos que são verdadeiras obras de arte. Eles enfeitaram sua casa e alegraram sua vida.